quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O Brasil esta pegando fogo.

Esta frase virou plagio universal. Literalmente o que mais se queria promover no centro oeste brasileiro aconteceu, botaram fogo geral nas matas, nas cidades, e para completar acedeu o fogo da fofoca e do disse me disse nas campanhas eleitorais.
 Conversando com uma cabocla benzedeira que mora na beira do Rio Cuiabá e ela me confidenciou que os ancestrais dela estavam enfurecidos com tantas desfeitas com seu povo, e que vida de índia velha estava mesmo para branca de favela.
Para entender o que a anciã me contava tive que ouvir as suas historias de menina na aldeia, que foi muito feliz juntos e unidos aos seus, com frondosa mata nativa, rios fartos de peixes, sem as violências urbanas, e essa briga que branco tem quando busca a todo custo “garrar nos pechos do poder publico”.
A gente já não pode mais respirar porque o vento esta cheio de fumaça, a pele esquenta como se estivesse em chamas vivas. Estamos pegando fogo e não podemos nos refrescar nas aguas do rio, está tudo muito sujo e cheio de olhos a nos espiar.
Querer correr e nos recuar disso tudo já não é possível. Fugir para onde? E pensar que de pouco em pouco as terras vão ficando livre para os espertos jogar as maquinas em cima do que antes existia lei de branco para proteger, mas proteger de quem? Pode ser que estão protegendo das formigas e dos outros muitos animaizinhos, que já morreram queimados ou esmagados nas estradas.
Expulsaram-nos com tantas historias, nos banalizaram tanto que nem nos conhecemos mais nesta selva de pedra sem lei que é a cidade de branco, e meu maior desespero e saber que aqui os bichos são ferozes, e não respeita as regras da sobrevivência, se matavam animais era para alimentar, um animal não mata outro por qualquer coisa. Para os brancos matar é coisa que nem beber um copo de agua.
O papo com Oracy foi longo, contudo descobrimos muitas afinidades, mesmo eu sendo um “branco” não fui incluído no mesmo pacote dos malfadados destruidor de “tudo” em nome do progresso a qualquer “custo”.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Internet, assim tudo aconteceu


Nada acontece por acaso, e a internet nos padrões que temos hoje se deve a uma longa jornada, desde que exércitos necessitavam de meios seguros para se comunicarem sem que as mensagens fossem interceptadas pelas forças inimigas.
Esta forma de comunicação extremamente rápida e eficiente que agrega varias mídias interligadas numa só teia (rede) perfazendo os mais longínquos universos da comunicação e intercomunicação foi o ambiente que alavancou grande parte do mundo tecnológico, pois foi a partir dele que setores da medicina, engenharia, telecomunicações, educação, e tantas outras áreas de nossas vidas evoluíram ao patamar atual.
Ninguém imaginava que as imensas maquinas usadas para arquivar pequenos arquivos de dados passassem a as atuais centrais de arquivamentos (provedores) com capacidade ilimitada de processamento e armazenamento de dados de empresas de todas as áreas, tais como bancos, lojas de comercio virtual, prestadoras de serviços públicos (INSS, universidades, intranet de empresas particulares).
O fenômeno financeiro que ganhou destaque nas bolsas de valores como a NASDAQ, onde as empresas multimilionárias negociam suas ações advindas dos projetos de softwares e os novos milionários do vale do cilicio puderam ditar as novas regras do mundo capitalista.
A ideia de globalização toma corpo e se torna realidade a partir das novas tecnologias que foram se capacitando pela forma rápida e de menor custo de se trafegar pelas altas vias de informações que se formaram tornando objetos como TV, telefone celular e outros eletrônicos cada vez mais multiuso e de indispensável presença no cotidiano das pessoas.
A minha preocupação maior com toda esta alta demanda do mundo capitalista são a crescente produção de novas e atuais mídias e aparelhos cada vez mais atuais, ficando assim objetos adquiridos num curto período e já obsoletos, promovendo uma demanda de matéria prima, forçando a extração cada vez maior para fomentar as indústrias de peças e complementos.
Com isso as riquezas que o meio ambiente tem de forma não renovável vai se tornando cada vez mais escassa. Possivelmente vão se descobrindo novos materiais para as novas invenções, mas até lá certos minérios já se transformara em sucatas nos muitos lixões espalhados pelo planeta, e que se diga de passagem a maioria de lixo toxico.
 Pontos positivos são muitos, se imaginarmos que hoje é possível que amigos e familiares falem e se vejam através de vídeos conferencias (MSN) e outros programas básicos, por um custo ínfimo se comparado aos custos absurdos de ligações telefônicas internacionais.
E assim podemos concluir que já foi o tempo que se andavam nas carroças da comunicação, hoje podemos dizer que nos tele transportamos com segurança pelas infovias da internet.